O ex-lateral-direito Daniel Alves, de 41 anos, está novamente no centro das atenções, desta vez por conta de uma batalha judicial contra seu ex-clube, o Pumas, do México. Após ser absolvido pelo Tribunal de Justiça da Catalunha das acusações de agressão sexual, o jogador busca reparação por danos morais, difamação e demissão sem justa causa, além de direitos trabalhistas e de imagem.
A decisão favorável ao atleta foi baseada na insuficiência de provas, encerrando um processo que havia condenado Alves a quatro anos e seis meses de prisão. A advogada do jogador, Inés Guardiola, celebrou o veredito, afirmando que "a justiça finalmente foi feita". No entanto, a advogada da acusadora, Ester García, anunciou que recorrerá ao Supremo Tribunal da Espanha, alegando impacto emocional sobre sua cliente.
Disputa com o Pumas
Daniel Alves foi contratado pelo Pumas em julho de 2022, mas teve seu contrato rescindido unilateralmente em janeiro de 2023, após as acusações que o levaram à prisão preventiva. O clube mexicano já havia acionado o jogador na Corte Arbitral do Esporte (CAS), alegando quebra de cláusulas contratuais. No entanto, a Corte decidiu a favor do atleta, reconhecendo que a rescisão foi unilateral.
Agora, o jogador busca indenizações que podem ultrapassar R$ 11,5 milhões, incluindo salários não pagos e reparação por danos morais. A batalha judicial promete ser longa e complexa, envolvendo múltiplas ações cíveis e trabalhistas.
Impacto na carreira
A absolvição marca um novo capítulo na carreira de Daniel Alves, que já foi considerado um dos melhores laterais do mundo. Apesar das polêmicas, o jogador continua sendo uma figura influente no futebol, com uma trajetória marcada por títulos e conquistas.
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